Porque dorsinha de cabeça a gente até aguenta. Mas enxaqueca, daquelas que qualquer mexidinha da cabeça doi, luz doi, som doi, choro então... ui, doi demais.
Então, nessas horas o desespero bate, e a gente apela pra qualquer coisa.
Um balde de agua e alguns potinhos no quintal viram um belo de um clube.
Uma coberta esticada no chão, duas maças cortadas e um suquinho geladinho, um delicioso pique-nique.
Alguns pedaços de giz, e uma varanda limpinha, um tela em branco pronta para uma maravilhosa obra de arte.
E um restinho de cheetos.... sim, quando eu disse que "a gente apela pra qualquer coisa" o cheetos entrou na dança, e ele me rendeu mais uns minutinhos. E quer saber, valeu a pena!
E ai, que deitada no sofá, olhando minhas filhotinhas brincando, rindo, se divertindo e jogando giz e cheetos na agua (e eu nem dei bola e fingi que não tava vendo nada), e com um paninho molhado bem gelado na testa, e a neosaldina já fazendo efeito, eu respir fundo e vejo que ta tudo bem. E que a dor de cabeça passa logo, e esse tempinho precioso também. Então quando a bater aquela dor de cabeça, pode deixar o desespero bater também, porque quem sabe você não tem uma ideia genial e consegue unir util ao agradavel.
E claro... cheetos também ajuda. ;o)

obs: eu tinha uma foto LINDA das duas falando "xiiiiiz" com a boca toda laranja de cheetos. Mas o chip da minha maquinha foi pro beleleu.... mas felizmente essa sobreviveu para recordar esse dia que foi tao especial. O dia do primeiro cheetos da Carol e da Gabi.